Jeitinho Carioca de ser

O nosso #JeitinhoCarioca de ser:
“Meu “How to be a carioca” depois de dar informações a uma moça que queria “chegar na Barra da Tijuca passando pela Lagoa Rodrigo de Freitas”:
Carioca não fala “Lagoa Rodrigo de Freitas”. É só Lagoa.
“Barra da Tijuca”? Jamais. Mais um caso de “sobrenome” totalmente dispensável. Barra. Nada além.


Carioca não anda só de biquíni no calçadão. Nas “ruas de dentro” então, impossível.
Carioca não usa canga com bandeira do Brasil.
Está na praia e viu uma mulher de brincos enormes de argola pendurados nas orelhas? Com certeza ela não é do Rio. Batom a mesma coisa: ou usa batom ou vai à praia.
Salvo raras exceções, carioca não bebe refrigerante na praia. Não sabemos o motivo, mas por aqui é assim que as coisas são.
Carioca tira o chinelo do pé no exato momento em que pisa na areia. Caminhar entre o mar e o calçadão com havaianas nos pés somente se a temperatura da areia estiver acima do suportável.
É feio mas os cariocas costumam dizer “douze” ao invés de doze. Por que isso? Porque Deus quis. Não tem explicação.
O mesmo raciocínio se aplica ao “naiscido”, com esse “i” a mais. Quem é naiscido e criado no Rio costuma falar assim e pronto.
Por um dos mistérios da humanidade, o hotel Sheraton é chamado por muitos cariocas de SherEton. Com E.
Se uma bolinha de frescobol cair perto de você, mesmo que não seja bem ao seu lado, é esperado que você ande alguns passinhos para pegá-la e devolvê-la ao jogador que certamente virá andando em sua direção. Regra de etiqueta praiana adotada nos poucos lugares em que o esporte ainda pode ser praticado na cidade.
“Você pode dar um olhadinha nas minhas coisas enquanto eu dou um mergulho?” é um pedido frequente entre os vizinhos de areia e deve ser incentivado, desde que o dono das coisas não demore a voltar.”
(Via @cleoguimaraes )

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